Desfile cícico de estudantes da rede pública na comemoração dos 60 anos de emancipação política de Itumbiara

12 de Outubro de 1.1977 inauguração do estádio JK em Itumbiara (GO), primeiro jogo entre Itumbiara Esporte Clube X Vasco da Gama (RJ). A partida terminou em 0-0, registrado neste dia o maior número de de torcedores  27.795,  O primeiro gol do estádio foi marcado por Zé Carlos do Itumbiara em 19 de outubro de 1977.

Casamento caipira, anos 60 , festas de barraquinhas que eram realizadas na paróquia de Nossa Senhora da Guia

 

Este era um antigo comércio  que existia na antiga praça da vila velha como era chamada,  isto lá por volta de 1970, hoje praça Dr. Antônio Hélio de Castro no centro da cidade. Era o buteco do Sô Vado ,como era  conhecido na época . Era o tradicional ponto de encontro daquela época .Tinha de tudo um pouco e pela imagem da foto da pra se ver o quanto era sortido.
 
O buteco do Sô Vado posteriormente ficou conhecido por todos como o “buteco de bambu da praça”. Com o passar do tempo ele foi ampliado, mas nada de sofisticação, o que imperava, era a simplicidade do local e o bom atendimento, a boa receptividade aos clientes, e o principal, o melhor tira-gosto da região. As paredes eram de bambu, os acentos, eram tocos cortados de madeira, o piso era de tijolinho a vista rejuntado, era tudo uma maior simplicidade. Aquela simplicidade era o que atraia a galera, era o ponto onde se comia um bom aperetivo tomava uma boa cerveja e um bom caldo de peixe. O caldo e peixe que se fazia na época, era o que mais chamava  a atenção de todos, pois o que era peculiar no caldo era a quantidade de pimenta que nele era adicionado. Quem tomava era como se encarasse um desafio, era ardume que não acabava mais, era pura pimenta malagueta, por isso que chamava a atenção de todos. Era como se fosse um ritual de batismo daqueles que chegavam pra trabalhar na barragem e que apreciavam um buteco, tinham que passar pelo caldo de peixe apimentado do Sô Vado. Não tinha ninguém que não conhecesse o buteco do Vado, era desde o mais simples operário da barragem até os engenheiros. No local nos finais de tardes, os fusquinhas azuis de Furnas contornavam a praça onde ficava o buteco, eram um movimento que não acabava mais, e nos fins de semana, nem chegava a fechar, a pionada dizia que era como a Rádio Globo, era 24 horas no ar.
O Sô Vado  ficou muito conhecido por  todos naquela época, além daquele comércio que ele tinha na praça, ele também comercializava hortifruti ( verduras )  de porta em porta, e o mais interessante, ele depositava confiança na maioria da sua clientela, a maior parte das vendas eram feitas na antiga cardeneta, ou seja fiado, coisa que hoje quase não existe mais.
O buteco do Sô Vado ficou por muitos e muitos anos naquele canto da praça,  e hoje já não existe mais, ficou apenas na história e nas lembranças daqueles que aqui passaram.
 
  
Este era um antigo comércio  que existia na antiga praça da vila velha como era chamada,  isto lá por volta de 1970, hoje praça Dr. Antônio Hélio de Castro no centro da cidade. Era o buteco do Sô Vado ,como era  conhecido na época . Era o tradicional ponto de encontro daquela época .Tinha de tudo um pouco e pela imagem da foto da pra se ver o quanto era sortido.
 
O buteco do Sô Vado posteriormente ficou conhecido por todos como o “buteco de bambu da praça”. Com o passar do tempo ele foi ampliado, mas nada de sofisticação, o que imperava, era a simplicidade do local e o bom atendimento, a boa receptividade aos clientes, e o principal, o melhor tira-gosto da região. As paredes eram de bambu, os acentos, eram tocos cortados de madeira, o piso era de tijolinho a vista rejuntado, era tudo uma maior simplicidade. Aquela simplicidade era o que atraia a galera, era o ponto onde se comia um bom aperetivo tomava uma boa cerveja e um bom caldo de peixe. O caldo e peixe que se fazia na época, era o que mais chamava  a atenção de todos, pois o que era peculiar no caldo era a quantidade de pimenta que nele era adicionado. Quem tomava era como se encarasse um desafio, era ardume que não acabava mais, era pura pimenta malagueta, por isso que chamava a atenção de todos. Era como se fosse um ritual de batismo daqueles que chegavam pra trabalhar na barragem e que apreciavam um buteco, tinham que passar pelo caldo de peixe apimentado do Sô Vado. Não tinha ninguém que não conhecesse o buteco do Vado, era desde o mais simples operário da barragem até os engenheiros. No local nos finais de tardes, os fusquinhas azuis de Furnas contornavam a praça onde ficava o buteco, eram um movimento que não acabava mais, e nos fins de semana, nem chegava a fechar, a pionada dizia que era como a Rádio Globo, era 24 horas no ar.
O Sô Vado  ficou muito conhecido por  todos naquela época, além daquele comércio que ele tinha na praça, ele também comercializava hortifruti ( verduras )  de porta em porta, e o mais interessante, ele depositava confiança na maioria da sua clientela, a maior parte das vendas eram feitas na antiga cardeneta, ou seja fiado, coisa que hoje quase não existe mais.
O buteco do Sô Vado ficou por muitos e muitos anos naquele canto da praça,  e hoje já não existe mais, ficou apenas na história e nas lembranças daqueles que aqui passaram.
 
 
 

 

O ANTIGO POSTO FISCAL AFONSO PENA


 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

Posto Fiscal Afonso Pena.

O posto fiscal Afonso Pena, por muitos e muitos anos, funcionou ali ao lodo do posto Guadalajara, isto mesmo, até hoje tem o antigo prédio no local. Era um ponto de fiscalização e arrecadação do Estado de Minas Gerais.
A foto apresenta aos fundo veículos da época estacionados para fiscalização, o prédio do posto fiscal e a frente alguns dos funcionários da época. ( Foto:  Da esquerda p/direita, Azorivaldo, Marcos e agente policial) )